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Em 1899, Elbert Hubbard escreveu Uma Mensagem a Garcia, uma história que permanece atual no mundo da liderança.

Durante a Guerra Hispano-Americana, o soldado Andrew Rowan recebeu a missão de entregar uma mensagem ao general Garcia, em território adversário.

Não recebeu um mapa detalhado nem todas as respostas. Recebeu a missão e encontrou o caminho.

É aqui que a história encontra o mundo corporativo e o pleno exercício da liderança.

Todos os dias, líderes entregam suas “mensagens a Garcia”: metas, projetos, desafios, mudanças, decisões e responsabilidades.

Essa história nos convida a refletir sobre uma diferença fundamental: receber uma tarefa é diferente de assumir uma missão.

Lembrei-me de uma frase atribuida a uma citação no livro de Carlzon, e que faz todo sentido para esta reflexão:

”Um indivíduo sem informações não pode assumir responsabilidades; um indivíduo que recebeu informações não pode deixar de assumir responsabilidades.”

A força desta constatação leva-nos aos seguintes siginificados:

  • Quando você conhece a realidade, os problemas, os riscos ou os dados de uma situação, você perde o direito de fingir que não sabe. O conhecimento traz um dever ético. Se você tem a informação e algo dá errado (ou se você se omite), a culpa ou a responsabilidade pelo resultado também é sua. A ignorância não serve mais como desculpa.
  • Se uma pessoa é mantida “no escuro” ou não tem acesso aos dados necessários, ela não pode ser totalmente culpada pelas consequências de suas ações ou pela sua inação. Não se pode exigir que alguém decida corretamente ou se responsabilize por algo que ela sequer sabia que existia ou como funcionava.

No mundo corporativo, liderar começa por esclarecer o propósito, os resultados esperados e a importância da entrega. Quando as pessoas compreendem o porquê, encontram mais sentido para agir.

Mas clareza, por si só, não basta. É preciso confiar, oferecer autonomia e criar espaço para que cada profissional desenvolva seu protagonismo.

Quando você não está presente, sua equipe continua avançando ou fica esperando por você?

Essa pergunta revela muito sobre a capacidade do líder de desenvolver pessoas que pensam, decidem e assumem responsabilidades.

Afinal, atividade não é sinônimo de resultado. Podemos trabalhar muito sem gerar valor e cumprir tarefas sem alcançar o objetivo.

Protagonismo significa compreender a missão, buscar alternativas, superar obstáculos e pedir ajuda quando necessário. É também exercer a accountability: comprometer-se com a entrega e responder pelos resultados.

Porém, não podemos cobrar protagonismo sem oferecer clareza, direção e condições para agir.

A grande lição de Uma Mensagem a Garcia está em desenvolver uma liderança que promova:

🔹 Propósito para dar sentido à ação.

🔹 Clareza para orientar os resultados.

🔹 Confiança e autonomia para estimular decisões.

🔹 Protagonismo e responsabilidade para transformar intenção em entrega.

🔹 Desenvolvimento para formar pessoas capazes de pensar e realizar.

A grandeza de um líder não está em ser quem sempre conhece o caminho, mas em desenvolver pessoas capazes de encontrá-lo. Liderar não é carregar todas as mensagens até Garcia. É criar uma cultura em que cada pessoa compreenda a missão e assuma a responsabilidade de realizá-la.

Finalmente, e você?

  • Na sua organização, as pessoas estão apenas cumprindo tarefas ou realmente assumindo missões?
  • Na sua vida profissional, o que hoje está dificultando a entregada sua Mensagem a Garcia?

Em 1899, Elbert Hubbard escreveu Uma Mensagem a Garcia, uma história que permanece atual no mundo da liderança.

Durante a Guerra Hispano-Americana, o soldado Andrew Rowan recebeu a missão de entregar uma mensagem ao general Garcia, em território adversário.

Não recebeu um mapa detalhado nem todas as respostas. Recebeu a missão e encontrou o caminho.

É aqui que a história encontra o mundo corporativo e o pleno exercício da liderança.

Todos os dias, líderes entregam suas “mensagens a Garcia”: metas, projetos, desafios, mudanças, decisões e responsabilidades.

Essa história nos convida a refletir sobre uma diferença fundamental: receber uma tarefa é diferente de assumir uma missão.

Lembrei-me de uma frase atribuida a uma citação no livro de Carlzon, e que faz todo sentido para esta reflexão:

”Um indivíduo sem informações não pode assumir responsabilidades; um indivíduo que recebeu informações não pode deixar de assumir responsabilidades.”

A força desta constatação leva-nos aos seguintes siginificados:

  • Quando você conhece a realidade, os problemas, os riscos ou os dados de uma situação, você perde o direito de fingir que não sabe. O conhecimento traz um dever ético. Se você tem a informação e algo dá errado (ou se você se omite), a culpa ou a responsabilidade pelo resultado também é sua. A ignorância não serve mais como desculpa.
  • Se uma pessoa é mantida “no escuro” ou não tem acesso aos dados necessários, ela não pode ser totalmente culpada pelas consequências de suas ações ou pela sua inação. Não se pode exigir que alguém decida corretamente ou se responsabilize por algo que ela sequer sabia que existia ou como funcionava.

No mundo corporativo, liderar começa por esclarecer o propósito, os resultados esperados e a importância da entrega. Quando as pessoas compreendem o porquê, encontram mais sentido para agir.

Mas clareza, por si só, não basta. É preciso confiar, oferecer autonomia e criar espaço para que cada profissional desenvolva seu protagonismo.

Quando você não está presente, sua equipe continua avançando ou fica esperando por você?

Essa pergunta revela muito sobre a capacidade do líder de desenvolver pessoas que pensam, decidem e assumem responsabilidades.

Afinal, atividade não é sinônimo de resultado. Podemos trabalhar muito sem gerar valor e cumprir tarefas sem alcançar o objetivo.

Protagonismo significa compreender a missão, buscar alternativas, superar obstáculos e pedir ajuda quando necessário. É também exercer a accountability: comprometer-se com a entrega e responder pelos resultados.

Porém, não podemos cobrar protagonismo sem oferecer clareza, direção e condições para agir.

A grande lição de Uma Mensagem a Garcia está em desenvolver uma liderança que promova:

🔹 Propósito para dar sentido à ação.

🔹 Clareza para orientar os resultados.

🔹 Confiança e autonomia para estimular decisões.

🔹 Protagonismo e responsabilidade para transformar intenção em entrega.

🔹 Desenvolvimento para formar pessoas capazes de pensar e realizar.

A grandeza de um líder não está em ser quem sempre conhece o caminho, mas em desenvolver pessoas capazes de encontrá-lo. Liderar não é carregar todas as mensagens até Garcia. É criar uma cultura em que cada pessoa compreenda a missão e assuma a responsabilidade de realizá-la.

Finalmente, e você?

  • Na sua organização, as pessoas estão apenas cumprindo tarefas ou realmente assumindo missões?
  • Na sua vida profissional, o que hoje está dificultando a entregada sua Mensagem a Garcia?

Escrito por: Paulo Cesar Martin Guimarães – email: paulocesar@humanaconsultoria.com.br

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